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	<title>FILOSOFICANDO.Wordpress.com</title>
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	<description>Quando o ser ou não ser já não é mais a questão.</description>
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		<title>O Fim do Mundo</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 16:12:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wpmatheusvenancio</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Pois é, dizem que o mundo vai acabar! Culpa de Prometeu, que roubou fogo divino e entregou nas mãos dos homens (e ainda querem culpar Pandora). Apolo e as Musas inspiraram a escrever esta série (que Minerva vos auxilie). Além disso, Plutão (Hades) liberou as sombras mais ilustres que vivem no Érebos para que pudessem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=filosoficando.wordpress.com&amp;blog=8190371&amp;post=390&amp;subd=filosoficando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Pois é, dizem que o mundo vai acabar! Culpa de Prometeu, que roubou fogo divino e entregou nas mãos dos homens (e ainda querem culpar Pandora). Apolo e as Musas inspiraram a escrever esta série (que Minerva vos auxilie). Além disso, Plutão (Hades) liberou as sombras mais ilustres que vivem no Érebos para que pudessem falar um pouco acerca disto:</div>
<div><span id="more-390"></span></div>
<div><strong>Pitágoras</strong></div>
<blockquote>
<div>Se o mundo é par não acabará e se ele for impar acabará.</div>
</blockquote>
<div><strong>Heráclito</strong></div>
<blockquote>
<div>Tudo é devir. Por isto o mundo sempre acaba, não se pode viver no mundo duas vezes.</div>
</blockquote>
<div><strong>Crátilo</strong></div>
<blockquote>
<div>Tudo é devir. Por isto o mundo nem sequer chega a existir, não se pode viver no mundo nem uma vez.</div>
</blockquote>
<div><strong>Parmênides</strong></div>
<blockquote>
<div>O mundo não vai acabar, porque este mundo nunca foi real, pois só o ser é l, o resto é aparência ilusória dos sentidos.</div>
</blockquote>
<div><strong>Zenão</strong></div>
<blockquote><p>Para que o mundo acabe seria necessário percorrer um caminho infinito. Se o mundo acabar é porque não é real, não passa de aparências ilusórias.</p></blockquote>
<div><strong>Um sofista qualquer</strong></div>
<blockquote>
<div>Não desesperem, os homens mais fortes superarão o fim do mundo. Se me pagarem eu ensino como.</div>
</blockquote>
<div><strong>Sócrates</strong></div>
<blockquote>
<div>Tudo quanto sei é que nada sei sobre o fim do mundo. Você que é a personificação da própria inteligência, poderia me dizer como o mundo acabará?</div>
</blockquote>
<div><strong>Platão</strong></div>
<blockquote><p>Este mundo pode acabar, mas as idéias deste mundo são eternas, tudo que existe são cópias perecíveis delas.</p></blockquote>
<div><strong>Aristóteles</strong></div>
<blockquote>
<div>Todo algo que existe é algo que um dia acabará</div>
<div>O mundo é algo que existe.  Logo, este mundo é algo que um dia acabará  e</div>
<p>Dado este mundo, não se pode atribuir a ele o atributo de que ele acabará ou não acabará ao mesmo tempo.</p></blockquote>
<div><strong>Epicuro</strong></div>
<blockquote><p>Não ligue para o fim do mundo, viva uma vida de prazer.</p></blockquote>
<div><strong>Pirro</strong></div>
<blockquote>
<div>Não compreendi! O que é o mundo? O que é acabar? O mundo existe? Aliás, você existe? Fiquem calados! Não podemos saber nada.</div>
</blockquote>
<div><strong>Agostinho</strong></div>
<blockquote><p>Já estava escrito que este mundo iria acabar. Creiam que o mundo irá acabar para que entendam que o mundo irá acabar.</p></blockquote>
<div><strong>Descartes</strong></div>
<blockquote>
<div>Se eu pensar, logo o mundo não acabou.</div>
</blockquote>
<div><strong>Pascal</strong></div>
<blockquote>
<div>O mundo vai acabar, faça já as suas apostas. É melhor crer que o mundo não vai acabar, porque se ele acabar não vai perder nada, porém se ele não acabar, você não será chamado de tolo.</div>
</blockquote>
<div><strong>Newton</strong></div>
<blockquote>
<div>O mundo continuará existindo até que uma força exterior acabe com ele.</div>
</blockquote>
<div><strong>Leibniz</strong></div>
<blockquote><p>O mundo acaba! De qualquer forma este é o melhor de todos os mundos possíveis.</p></blockquote>
<div><strong>Voltaire</strong></div>
<blockquote>
<div>O mundo irá acabar, vejam como este é o melhor dos mundos possíveis!</div>
</blockquote>
<div><strong>Hume</strong></div>
<blockquote><p>Não há nenhuma razão para que possamos crer que o mundo irá acabar.</p></blockquote>
<div><strong>Berkeley</strong></div>
<blockquote>
<div>Toda vez que dormimos o mundo acaba.</div>
</blockquote>
<div><strong>Kant</strong></div>
<blockquote>
<div>Se o mundo vai acabar é impossível que um dia saibamos. Tudo que conhecemos são fenômenos não a realidade em si.</div>
</blockquote>
<div><strong>Schiller</strong></div>
<blockquote><p>Sintam a beleza do fim do mundo. Pois este mundo racional é indigno de nossa existência</p></blockquote>
<div><strong>Hegel</strong></div>
<blockquote>
<div>O fim-do-mundo é idêntico ao não-fim-do-mundo.</div>
</blockquote>
<div><strong>Kierkegaard</strong></div>
<blockquote><p>Para quem está morrendo hoje, não interessa o fim do mundo, e para quem está vivo, do que adianta saber sobre o fim do mundo, se um dia todo homem vai morrer mesmo?</p></blockquote>
<div><strong>Schopenhauer</strong></div>
<blockquote>
<div>Só assim para o sofrimento acabar e colocar um fim no acasalamento humano.</div>
</blockquote>
<div><strong>Nietzsche</strong></div>
<blockquote>
<div>Se Deus morreu, por que o mesmo não aconteceria com o mundo?</div>
<div>e O mundo acaba eternamente.</div>
</blockquote>
<div><strong>Marx</strong></div>
<blockquote>
<div>Eu não disse que a comunidade socialista iria triunfar?</div>
</blockquote>
<div><strong>Freud</strong></div>
<blockquote><p>O fim do mundo é uma obsessão do homem neurótico.</p></blockquote>
<div><strong>Darwin</strong></div>
<blockquote>
<div>O mundo terá um fim desde que não se adapte ao meio.</div>
</blockquote>
<div><strong>Comte</strong></div>
<blockquote>
<div>O fim do mundo nunca será um fato verificável.</div>
</blockquote>
<div><strong>Heidegger</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>O homem tudo bem, mas o mundo? Não sabia que o mundo era um ser-para-a-morte!</p></blockquote>
<div><strong>Camus</strong></div>
<blockquote>
<div>Eu sabia que a peste iria acabar com o mundo.</div>
</blockquote>
<div><strong>Sartre</strong></div>
<blockquote><p>Se o mundo vai acabar ou não, não faz sentido, tudo é absurdo.</p></blockquote>
<div><strong>Inteligência artificial intelectual (filósofo do futuro)</strong></div>
<blockquote><p>Você tem alguns minutos para fazer um backup antes que o mundo acabe.</p>
<p>Ops! Tem um erro aqui, nunca estive no Hades, nunca estive no Hades, nunca estive no Hades…</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Este texto foi escrito como uma paródia de um texto humorístico que circula pela internet sobre as manchetes acerca do fim do mundo</strong></div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/filosoficando.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/filosoficando.wordpress.com/390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/filosoficando.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/filosoficando.wordpress.com/390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/filosoficando.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/filosoficando.wordpress.com/390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/filosoficando.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/filosoficando.wordpress.com/390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/filosoficando.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/filosoficando.wordpress.com/390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/filosoficando.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/filosoficando.wordpress.com/390/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/filosoficando.wordpress.com/390/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/filosoficando.wordpress.com/390/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=filosoficando.wordpress.com&amp;blog=8190371&amp;post=390&amp;subd=filosoficando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O amor que se vai</title>
		<link>http://filosoficando.wordpress.com/2011/07/27/o-amor-que-se-vai/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 18:26:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wpmatheusvenancio</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#8230;vamos começar tentando separar o amor do sexo. Às vezes, o amor se vai, e o sexo fica. E às vezes é o inverso, o sexo se vai e o amor fica. É preciso que fiquem bem claro estes dois aspectos, para que não se pensem que, porque o sexo às vezes está criando problemas, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=filosoficando.wordpress.com&amp;blog=8190371&amp;post=388&amp;subd=filosoficando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;vamos começar tentando separar o amor do sexo. Às vezes, o amor se vai, e o sexo fica. E às vezes é o inverso, o sexo se vai e o amor fica. É preciso que fiquem bem claro estes dois aspectos, para que não se pensem que, porque o sexo às vezes está criando problemas, ou está complicado, isto já significa forçosamente, que o amor não está indo bem&#8230; As pessoas, equivocadamente pensam que o sexo e o amor precisam operar em simultaneidade, quando na realidade, operam em oposição.<span id="more-388"></span></p>
<p>O que é o amor? E como funciona a sexualidade? Estes são os dois aspectos fundamentais da nossa psicologia e da nossa subjetividade.</p>
<p>Uma das idéias defendidas é a de que o sexo e o amor não são parte do mesmo fenômeno, e sim, parte de dois mecanismos, ou de dois fenômenos completamente diferentes, e muitas vezes até antagônicos entre sim.</p>
<p>O amor, eu defino como sendo o sentimento que temos por aquela pessoa muito específica, muito especial, cuja presença provoca em nós a sensação de paz, aconchego e harmonia.</p>
<p>Então o amor, parece que tem haver basicamente com a primeira experiência existencial de todos nós, ou seja, com a experiência uterina. O amor corresponde a um remédio para a dor do desamparo que nasce no momento que nós nascemos. Vivemos no útero nos primeiros momentos da existência, de lá saímos depois de meses de aconchego, aconchego que é o único registro cerebral, porque a criança e a mãe, aquele feto dentro do útero vive uma situação ‘paradisíaca’, digamos assim, usando a metáfora bíblica, e existe, depois disso a ‘expulsão do paraíso’, que corresponderia ao momento do nosso big-bang, ou do nascimento.</p>
<p>A partir desta expulsão do paraíso, começam a surgir as dores e desconfortos, e um estado subjetivo, correspondente ao desamparo. Há uma sensação de desproteção, de insegurança e medo, tão visível na expressão do rosto da criança, ao nascer, pois é uma mudança para pior – a condição uterina é maravilhosa, e o nascimento é uma ‘expulsão do paraíso’.</p>
<p>Essa metáfora bíblica, curiosamente, reflete muito claramente o que acontece com cada um de nós. Inspirado por divindade ou não, quem escreveu isto descreveu exatamente como começa a vida, ou seja, no paraíso, e logo depois, a expulsão e o fim daquela harmonia, e início das dores, desconfortos e desamparo e a sensação de que, para que tenhamos algo parecido com aquele aconchego uterino, precisamos nos ‘acoplar’ a alguma outra pessoa, que é exatamente o que o bebê faz com sua mãe. No colo dela, ela se sente amplamente aconchegado. Visto por este ângulo, o amor é sempre um fenômeno interpessoal, ou seja, depende da existência de uma outra pessoa, muito específica em especial. O amor é parte de um prazer que Schopenhauer chamava de ‘prazer negativo’, ou seja, um remédio para a sensação desagradável de desamparo. A sensação agradável, ou prazer que deriva do fim da dor do desamparo. Por isso, é interpessoal, é paz, e um prazer negativo.</p>
<p>O sexo se manifesta, primeiramente, por volta talvez, dos 9, 10 meses de idade, quando a criança começa a perceber que ela e a mão não são, exatamente a mesma criatura, e começa a perceber o próprio corpo e tudo o que há em sua volta. Em sua pesquisa de seu próprio corpo, ela constata a existência de certas partes do corpo, cujo toque, provoca algumas sensações muito agradáveis. Esta inquietação agradável, nós depois chamamos de excitação sexual. E as regiões aonde, quando estimuladas, surgem esta sensação, chamamos de zonas erógenas. De todo modo, este fenômeno de excitação sexual, a criança descobre sozinha, e portanto é pessoal, em psicanálise chamado de auto-erótico. É prazer positivo, pois não depende de nenhum desconforto interior.</p>
<p>O sexo é assim. No amor é paz, não é excitação, é prazer negativo e é interpessoal. As vezes fico perplexo imaginando como a maior parte das pessoas confundem sexo com amor, até usando a expressão “fazer amor”. Não se faz amor. Amor se sente. Sexo se pratica.</p>
<p>E ainda assim, é preciso muita cautela, para ver se esta prática, de troca de carícias eróticas que correspondem às relações sexuais, é mesmo um fenômeno efetivamente interpessoal, ou, se ele não se mantém como pessoal, ao longo de toda vida, ou seja, na vida adulta surge o desejo visual masculino, a partir da puberdade, mas certamente, antes disso, todas as trocas de carícias, que os meninos e meninas brincam de fazer, são trocas de carícias que não dependem de objeto nenhum, e servem sempre, à estimulação direta da zona erógena.</p>
<p>Evidentemente, sobra a idéia de que o sexo, talvez, não tenha correlação direta com o amor, e às vezes até o tenha em oposição. O fenômeno amoroso, às vezes até atrapalha o sexo. Nas histórias de paixão, quando surge aquele encantamento muito intenso entre duas pessoas, muito forte a ligação, muita afinidade, muito encaixe, muito freqüentemente os homens tem dificuldade sexual. E as mulheres, ficam perplexas com isso, porque talvez, não seja este o fenômeno que acontece com elas, mas os homens se atrapalham muito quando tentam juntar o sexo com amor. Nossa cultura até estimula o sexo vinculado a outro fenômeno interpessoal, que ‘não é o amor’, que é a agressividade. Na nossa sociedade, o sexo tem mais compromisso com a agressividade do que com o amor, o que é muito complicado. Às vezes, o homem pode não ter nenhuma grande relação afetiva com a sua mulher, por exemplo, até estar meio enjoado dela, como pessoa, e ter até uma vida sexual estimulada pela irritação que ela pode provocar nele.</p>
<p>Os ‘machões’, os paqueradores mesmo, costumam se dar muito bem com os homens. Ficam no bar, tomando cerveja, abraçados com os homens, falando mal das mulheres. Entretanto, todo o desejo sexual deles vão todos dirigido para as mulheres. A amizade vai para os homens, e o desejo para as mulheres.</p>
<p>No mundo homossexual, não raramente, é inverso. Os homens homossexuais quase sempre se dão muito bem com as mulheres. Dão-se não tão bem com os homens. Parece que são amigos das mulheres, desejam e têm implicâncias e problemas com outros homens que talvez até ranços daquilo que lhes aconteceu na infância, porque meninos mais delicados e mais emotivos foram objetos de deboche, ironia e gozação por parte de outros meninos da mesma idade, e isso pode deixar nele talvez uma mágoa, uma raiva, uma revolta até contra a figura masculina, raiva esta que talvez só vá aparecer se um dia que uma sociedade como a nossa venha a aceitar com maior respeito a presença de crianças mais doces, meninos mais meigos, e não esta postura das famílias que até hoje continua igualzinha, em exigir que o menino seja ‘macho’ no sentido de grosso, visto que macho e grosso são sinônimos em nossa cultura. O verdadeiro macho tem que ir pra briga, tem que gostar de xingar os outros, tem que gostar de determinado tipo de esporte, tem que ser grosseiro no esporte, tem que roubar no jogo&#8230; se gostar de balé&#8230;. isto é um crime monumental na nossa cultura, porque em outras culturas, pode-se ser bailarino e heterossexual. Na nossa, é muito difícil porque ele é objeto de chacota, ironia e deboche e isto complica muito a vida de muitas pessoas.</p>
<p>Então, não é raro que casais, por exemplo, que se dão mal, ou que não estão tão bem sentimentalmente têm uma vida sexual boa. Isto não é medida de que o amor está sólido, está convincente, também não é raro que a vida sexual se empobreça dentro de certas relações de qualidade, o que também não é sinal de que o amor esteja prejudicado. É preciso separar muito claramente os dois fenômenos, para que possamos compreender melhor, e principalmente entender que muitas vezes, por exemplo, há indicações derivadas da atitude da sexualidade, ou seja, de como se processa a sexualidade.</p>
<p>Quando um casal tem uma vida sexual legal, sendo que a mulher é do tipo mais generoso e o homem, talvez, um tipo mais egoísta, este tipo de relação conjugal que representa metade dos casamentos, ou quase, a outra metade sendo a mulher tipo egoísta e o homem generoso, é muito triste, mas a verdade é que 90% dos casamentos se dão entre pessoas diferentes. O tipo mais generoso é aquele bonzinho, calmo, panos quentes. O tipo egoísta é o mais estourado, mais agressivo, gosta mais de receber do que de dar, é tipicamente o garanhão, não muito confiável, mas, muito atraente para as mulheres, e principalmente, muito atraentes para as mulheres boas.</p>
<p>Enquanto as mulheres generosas gostam, admiram e valorizam este tipo de marido, elas não tem nenhum problema sexual, porque mulher generosa dá! Dá, inclusive no sentido literal da sexualidade. Mas, é um tipo que dá com mais facilidade. A mulher mais egoísta, normalmente casada com um homem generoso, já não dá com tanta facilidade. Ela irá regular, negociar, dar quando achar conveniente, outras vezes não tanto, e muitas vezes os homens se sentem muito magoados, humilhados e rejeitados por baixo, incomodadíssimos com o fato delas não terem esta disponibilidade sexual. Ficam então empenhados em cada vez serem mais legais, mais amorosos, mais dedicados, para ver se finalmente elas queiram dar. E quanto mais elas percebem o mecanismo deste tipo mais elas não dão, a não ser de vez em quando, na proporção exata para eles não caírem fora.</p>
<p>O marido mais bonzinho, em geral, tende a ser mais monogâmico mais fiel. Este tipo de arranjo mostra que o tipo que ama mais intensamente, que é o generoso, tanto o homem quanto a mulher, são mais dedicados e interessados sexualmente, curiosamente são assim, quando o parceiro é do tipo oposto. Porque se houver uma aliança entre um homem generoso e uma mulher generosa, a coisa complica. O homem generoso com uma mulher generosa teoricamente seria uma maravilha, mas não raramente o homem, nestas condições, começa a ter a vontade diminuída. Parece ser chocante, mas a maior parte dos casais que se dão bem, tem uma vida sexual relativamente pobre. Por isso dizemos que não se deve tomar a sexualidade como referencia da qualidade da relação e, portanto nem mesmo como indicativo do que irá acontecer no futuro do relacionamento efetivamente. Portanto, o problema da relação amorosa é diferente e deve ser tratado em separado da questão da sexualidade. Muitas vezes a sexualidade vai bem e o casamento não vai tão bem quanto aparenta, até porque esta mulher generosa que dá e que tem uma vida sexual legal com esse marido mais folgado, mais egoísta mais estourado, etc, esta mulher, se perder a admiração por ele, ela trava também sexualmente. E aí sim, é sinal de que o problema afetivo está se tornando mais sério.</p>
<p>Então, voltando à questão anterior, o amor tem, na vida adulta, entre aspas, tem características muito infantis. No amor adulto há uma substituição. Sai a mãe e entram outros objetos. Cada vez um, pois os objetos do amor são muito bem definidos. Porém, o mais importante é entender que este objeto “adulto” representa o mesmo fenômeno, o mesmo papel de aconchego, de remédio para desamparo, remédio de sensação de incompletude, e, portanto, continua sendo prazer negativo, absolutamente necessário, aonde existe uma dependência, muitas vezes possessividade e ciúme. Mas estas características mais imaturas do amor infantil costumam estarem sempre presentes no chamado ‘amor adulto’, ou amor romântico adulto, até o vocabulário, os casais que se amam, costumam se chamar por palavras típicas, do jeito que tratamos os bebezinhos: amorzinho, fofinho. Todo mundo faz biquinho pra falar um com o outro. O vocabulário é extremamente limitado, e parecido com aquilo que qualquer bebezinho falaria, se soubesse, para a mãe: você é o máximo. Não existo sem você. Morro sem você. Você é incrível e maravilhosa, etc. E assim por diante. É um vocabulário muito limitado, mais do que o que se espera. O discurso é muito pouco original e sempre repetitivo. De todo modo, a escolha do objeto adulto, que vai substituir a mãe se dá de acordo com o critério de admiração. O amor deriva da admiração. Platão, em “O banquete” já havia escrito isso no século V a.C. O problema é que este critério de admiração pode se modificar com o passar do tempo. Isto é uma das variáveis que podem levar o fenômeno amoroso à colapso em algum instante da relação.</p>
<p>Eu sou um menino tímido, desajeitado, com dificuldade no trato social, envergonhado. Admiro então, no geral, uma pessoa que seja o oposto de mim. Quanto mais baixa minha auto-estima, maior é a tendência em admirar o meu oposto. Então, se não gosto do meu jeito de ser, eu vou me encantar com meu oposto. Vou achar graça numa mulher extrovertida, exuberante, falante, muito mais agressiva, estourada, muito mais competente para abrir portas. Esta competência depende da competência para fechá-las depois. Quer dizer, as pessoas que deixam entrar muito facilmente amigos em casa, que recebem com muita facilidade, são aquelas que sabem mandar embora depois. Quem não sabe costuma adotar uma barreira já na entrada, para impedir que haja qualquer tipo de intimidade maior, porque, senão está criado um ‘abacaxi’ que a pessoa depois não sabe resolver. Então o tipo mais extrovertido é muito sociável, pois ele é muito grosso também, pois sabe mandar embora. De todo modo, admiramos muito este tipo de pessoa, que possui esta fluência neste trato social.</p>
<p>Pode ser que, com o passar do tempo, eu veja, vendo mais de perto, vou conhecendo melhor os defeitos e as características próprias dessas pessoas que às vezes são menos sinceras, talvez tenham uma agressividade descontrolada, baixa tolerância à frustração e contrariedade, se estouram e ficam muito nervosas com pequenas contrariedades, então vou vendo enfim os pontos fracos dessas criaturas, e eu posso perfeitamente vir a deixar de admirar tanto este personagem.</p>
<p>Com o passar dos anos, eu posso também começar a gostar mais do meu jeito de ser, o que é quase que automaticamente presente. Quando desaparece a admiração pelo outro tipo, melhora a avaliação que eu vou fazer do meu jeito de ser. Mais quieto, mais reservado, começo a achar isso legal, aos 20 anos, ser quieto e reservado é uma coisa horrorosa. Mas aos 40, já pode ser algo bastante valorizado, pode ter outras vantagens, o indivíduo pode estar mais conciliado com suas características, mais bem sucedido profissionalmente, um pouco mais seguro do seu jeito de ser. Neste momento, ele pede a admiração pelo oposto. E se perder a admiração pelo oposto, o amor cai junto. Então, o amor depende basicamente da admiração. E a perda da admiração é que é o maior problema. Aí, quando não há nenhuma mudança, quer dizer, eu continuo do meu jeito, e a outra pessoa continua do seu jeito, e, na realidade o que acaba acontecendo é que em um dos dois ou nos dois , modificam-se os critérios de admiração. A pessoa é igual, mas, aquilo que eu achava legal, não acho mais. Não valorizo mais aquele tipo de pessoa. Então aí, o sentimento amoroso realmente despenca. Quase sempre, este processo é curioso, porque o sentimento amoroso vai despencar pelas mesmas razões que ele subiu. Ou seja, vou me desencantar pelas mesmas razões que um dia eu me encantei. Vou perder o interesse porque, a pessoa não é aquilo que eu gosto hoje, mas é por ela continuar a ser exatamente aquilo que eu gostei a 10, 15 ou 20 anos atrás. Então, neste caso, os sentimentos amorosos e os encantamentos, e eventualmente, a própria relação conjugal, que também finda o amor, não é sinônimo imediato de fim do relacionamento conjugal, a separação vai ocorrer em decorrência do mesmo motivo que houve o casamento.</p>
<p>Outras vezes, a perda de admiração não se dá por causa disso, mas, porque, com o passar dos anos, um dos dois evolui intelectualmente, socialmente, ou mesmo profissional e financeiramente muito mais, e o outro não acompanha. Ou seja, um dos dois vai ficando aquém daquilo que ele pretende pra si num momento posterior. Começaram o jogo da vida na mesma posição mas um dos dois progrediu mais do que o outro que ficou mais ou menos estacionado, não acompanhou, isto também acaba por determinar o fim da relação mesmo que não aja, uma grande diferença de caráter.</p>
<p>Outras vezes, é porque ao longo dos anos, pode acontecer também das pessoas terem projetos de vida discrepantes. Digamos que eu me case com uma médica, e tudo muito bem, de repente eu decido, 10 anos depois que eu quero ser parte do grupo dos Médicos sem Fronteiras, e minha mulher não tem o mínimo interesse em ir realizar filantropia no meio da África. Então, naturalmente a separação irá se impor em decorrência de divergências radicais de projetos, tanto profissionais como religiosos. Um dos dois resolve mudar de religião e assume um certo radicalismo naquela religiosidade, mas que enfim, há uma discrepância muito grande por que um dos dois mudou de posição em relação a um assunto que é absolutamente relevante para o cotidiano das pessoas, porque muda o estilo de vida. Isto, evidentemente, pode ser fator de bloqueio e de fim da admiração.</p>
<p>Outros problemas também podem determinar desgaste da relação. Problemas relacionados à educação dos filhos: um é mais permissivo, o outro é mais rigoroso. O permissivo se irrita com o rigor do rigoroso, o rigoroso se irrita com a permissividade, e fica uma briga pra saber quem tem a razão. Se tiver dois filhos, um fica mais parecido com o pai, outro com a mãe, especialmente quando mãe e pai são diferentes, e isto cria outra vez, uma atmosfera de tensão dentro do contexto.</p>
<p>Muitas vezes, também, as brigas são por dinheiro. Há diferenças na maneira de gastar o dinheiro. Eu já vi pessoas brigarem feio, e um dos dois implicar terrivelmente com o cônjuge por este gastar demais. Quando falta dinheiro, nem se fala. Aí o problema é muito mais grave muito mais complicado. Nem sempre existe respeito e tolerância. Quando por exemplo, há diferenças de ganho, em que, principalmente a mulher começa a ter uma carreira com mais ganhos que o homem, muitas vezes isso cria constrangimento ao homem, às vezes até uma certa agressividade e até tendência da mulher a humilhar seu parceiro, querendo inverter a hierarquia do poder. Há problemas complicados neste item da relação conjugal e isto é um problema que tende a ser eliminado no futuro, porque, hoje nas universidades 60% do público que freqüenta são mulheres. Então, se for verdade que quem estuda mais tende a ganhar mais, daqui a muito poucos anos, a média dos casais é que as mulheres estejam ganhando mais que os homens. E como é que os homens e as mulheres vão se haver com isso, saberemos oportunamente, mas eu tenho minhas dúvidas sobre se as mulheres continuarão a ter tanta pressa de casar como tiveram no passado. No passado, sempre os homens é que não tinham muita pressa de se casar, e casaram meio que por obrigação, enquanto as mulheres tinham o sonho de se casarem e terem filhos. Vamos ver se vai continuar sendo sonho casar e ter filho, e sustentar o marido também.</p>
<p>Os homens, sempre que pensam em se casar e ter filhos, eles pensam nesta responsabilidade financeira que vem acoplada – talvez uma das razões pelas quais eles não tenham tanta pressa em se comprometer. E hoje, segundo eu ouço, as mulheres estão muito incomodadas com o fato de que os homens, especialmente depois de uma certa idade, não querem saber de compromisso mesmo. E até daqui a pouco acho que vão começar a querer, pois justamente as moças estarão ganhando o suficiente para isto vir a tornar-se interessante pra eles e, provavelmente, as moças é que não vão ter tanta necessidade ou pressa de compromisso. As vezes a pressão na direção do casamento feminino é maior por causa da questão da reprodução dos filhos. Então, há a vontade de ter filhos, chegando pelos 30, trinta e poucos anos, elas começam a ficar nervosas porque ainda não casaram, daqui a pouco acaba o período mais fértil, etc., e então elas começam a ficar perguntando “onde é que estão os homens”? Não sabemos, muito bem, como responder, pois segundo elas, chegam, acham todas ótimas e vão todos embora. Então, há problemas hoje para que se possa efetivamente acertar estes ponteiros. Aliás, após uma certa idade fica mais complicado e melhor, porque a tendência pra melhorar os critérios de escolha aumentam, ou seja, quando essas pessoas de mais idade conseguem encontrar parceria quase sempre são parcerias de qualidade melhor, e vão implicar em casamentos talvez de mais longa duração. O amor não resiste a qualquer tipo de contratempo. O amor tem que ser tratado de uma maneira muito delicada. Acabou a admiração, o problema sentimental aparece. Às vezes, acontecem coisas incríveis que não levam as pessoas a perderem totalmente a admiração, ou então, surgem variáveis um pouco mais complexas que isso. Um desses fenômenos é o da infidelidade conjugal. A maior parte das pessoas afirmam que, se caso aconteça a infidelidade, definitivamente é imperdoável. Entretanto, na hora que acontece mesmo, não costuma ser assim. A idéia de ficar sozinho é uma idéia aflitiva, e também porque às vezes se cria um clima de desafio, do tipo “o que é que aquela lá tem que eu não tenho?”, então começa inclusive a melhorar, às vezes intensivamente, a vida sexual do casal, pois o ciúme é um grande afrodisíaco. E não freqüentemente, as histórias se prolongam, porque aquele que foi traído acaba tomando a infidelidade como um desafio, ou competição. Além disso, existem outros assuntos que complicam a vida dos casais, um destes é o sexo virtual. A internet hoje é um fator de tensão e desagregação, pois cada vez mais  gente, homens e mulheres freqüentam os sites de relacionamento, sites eróticos, pornográficos, enfim, tem aí um sexo virtual, que ninguém sabe definir com precisão se é infidelidade. É uma fronteira que está crescendo muito e confirma cada vez mais a idéia de que o sexo é um fenômeno pessoal, quer dizer, o outro, é só um estímulo para ‘imaginar’ coisas e eventualmente ter a resposta orgástica ou ejaculatória. No caso das pessoas serem pegas em flagrante neste tipo de atividade, é sempre um constrangimento, e todos prometem nunca mais fazer, etc., e são todos reincidentes e todo mundo é pego outras vezes.</p>
<p>De todo modo, quando quebra a admiração, quebra o fascínio. Por infidelidade, por ciumeira exagerada, por perda de admiração por mudança de critério de valor, porque as pessoas se divergiram em projeto de vide, de todo modo, isso implica em separação. Muitas pessoas ficam juntas, mesmo depois que a vida sentimental está empobrecida. Até hoje, muita gente continua junto, depois que a vida sentimental está esvaziada. Então, dá a impressão de que o número de casais que vivem juntos é de 30, 35%, então, que o divórcio existe em 2/3. Não é verdade. Dentro destes 30, 35%, há 2 tipos: aqueles que vivem juntos ainda insistindo em reformar o outro, ao invés de fazer força para fazer ele crescer e evoluir. Não funciona. É um esforço inútil. Outros não querem reformar nada, só estão acomodados, compartilhando o espaço físico, compartilhando o convívio com os filhos, as comodidades da vida cotidiana, deixando a vida passar, numa boa, esperando apenas, uma hora oportuna para uma eventual separação. Às vezes, esta hora oportuna significa o crescimento dos filhos, as vezes estabilidade financeira, as vezes o encontro de um outro parceiro sentimental, porque assim se pode separar sem ter que passar pelo buraco de ficar sozinho. A maior parte das pessoas lida muito mal com a solidão, e principalmente, com a dramática sensação de dor, correspondente ao ‘momento’ da separação. Isto nem dever ser chamado de solidão, porque é um momento agudo em que há a ruptura, e este momento é uma dor aguda e que as pessoas, experimentam por 2 ou 3 dias, não agüentam a solidão e voltam correndo. É errado, pois não é a dor da solidão, é a dor da ruptura, a dor que ocorre na transição. A dor da solidão é a que vai haver depois (se é que vai ter dor) que ele se acomodou e se acostumou a estar sozinho. Na ruptura há uma dor da transição. Toda dor maior, assim como todo prazer, só acontece mesmo é na transição, depois a pessoa se acomoda. Não é que essa acomodação não signifique a existência da sensação de incompletude, aquele buraco que teoricamente o outro preenchia, mas se o relacionamento está muito desgastado, o outro já não está preenchendo muito bem o buraco e a sensação de incompletude já está forte e presente.</p>
<p>E o que acaba acontecendo nesta transição é uma dor muito forte, talvez maior para o homem do que para a mulher, não espanta, que a maior parte das vezes, a iniciativa da separação seja da mulher, não só porque a mulher seja mais competente para ficar sozinha (o que é uma verdade), mas também porque a mulher fica em geral na casa, com os filhos, ou seja, ela fica com um ‘entorno’ menos prejudicado. A separação pro homem significa em geral ele sair do sistema, ele ir para um flat ou para a casa de um amigo, enfim. E a situação da mulher é mais confortável neste ponto de vista. Naturalmente, isto num primeiro instante. Não há nenhuma garantia que isto não seja depois muito mais interessante para o homem do que para a mulher. Mas num primeiro momento, pode ser que seja mais complicado e mais difícil para o homem.</p>
<p>Como regra, o homem fica menos bem sozinho, porque os homens parecem que em casa, sozinho, ficam totalmente perdidos. A casa é um lugar, que parece mais do que tudo feminino, porque as mulheres se ocupam, se entretêm, elas tem aquele espaço como delas. Os homens, mesmo quando casados, e as mulheres estão, por exemplo fora, com os filhos, eles chegam em casa, vêem aquilo ali, e saem todos para a rua. Não é porque sejam apenas malandros. É porque não sabem ficar em casa sozinho. Fazer aquilo que fazem, quando a mulher está lá, ou seja, abrir jornal, ligar a televisão e não dar bola pra ninguém, eles não sabem fazer quando ela não está! Então, vão pra rua encontrar os amigos, pode até ser que vão atrás de mulher, mas depois vão atrás dos amigos, pra jantar, pra bater papo.</p>
<p>Este preparo para viver só, para aprender a lidar melhor com o estar sozinho, ele é mais do que tudo, um preparo que tem que acontecer com os homens. Em nossa sociedade, nem os homens, nem as mulheres são muito treinados para isso. Nos países do primeiro mundo, os jovens saem de casa, vão para as universidades, fora das suas cidades, e eles vão viver em campus, em bandos, em república de estudantes. A regra aqui é que as famílias fiquem aninhando seus filhos até que eles se casem, mesmo quando isto significa aninhá-los até uma idade tardia, até por causa das dificuldades que os jovens, muitas vezes, encontram para ganhar a vida.</p>
<p>De todo modo, aprender a lidar com a solidão é uma coisa importante, mas aprender também com a experiência. Todo indivíduo que fez uma relação afetiva intensa, quando a história e a relação se rompem, é preciso refletir, é preciso entender porque as coisas aconteceram, é preciso tentar, efetivamente, fazer uma autocrítica, entender onde a gente errou como pessoa, onde erramos com as escolhas, onde nos tornamos dependentes demais, onde a gente tem que se tornar mais independente, e respeitar um pouco mais a individualidade da gente.</p>
<p>O mundo moderno, que felizmente está contribuindo para que as pessoas aprendam a lidar melhor com a sua identidade e individualidade, este mundo moderno é mais individualista. Muitos criticam o individualismo como defeito. Eu vejo exatamente o contrário. Acho o individualismo uma coisa ótima, uma coisa positiva que está ajudando as pessoas. O individualista é mais em direção do justo, nem generoso, nem egoísta. Dá menos ênfase à questão do amor, deste amor infantil, de tanta dependência. O individualismo puxa as pessoas para relações entre pessoas mais parecidas, onde o amor evolui mais em direção às amizades, onde o amor ganha conotações muito mais adultas, pois a amizade significa afinidade de caráter intelectual, e não um aconchego físico, mas intelectual, que é mais sofisticado do que o ‘colinho materno’, que a gente no fundo nunca abre mão também, porque dormir abraçadinho numa noite de frio é sempre uma coisa muito interessante.</p>
<p>Mas isto não pode ser a base da vida de um casal. É preciso que o aconchego principal derive das afinidades intelectuais. E se derivarem das afinidades intelectuais e do respeito pela individualidade que vem crescendo, estamos falando de um novo tipo de romance, daquilo que eu tenho chamado de mais amor, que é o amor que se aproxima das amizades, que são relações de qualidade, baseadas em afinidades, e que tem um futuro muito mais promissor do que os relacionamentos entre opostos que, como regra, em algum momento, a admiração cai, quebra, e o amor se vai.</p>
<p>Sobre as coisas bonitas sobre o amor, ah, sobre este tema falamos numa outra oportunidade.</p>
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<p><strong>Flávio Gikovate</strong></p>
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<p>A separação amorosa continua sendo uma das mais dolorosas que existe. Ela pode ter aumentado com a crise mundial, mas – independentemente disso – conhecê-la mais de perto ajuda a lidar melhor com as rupturas (conjugais, profissionais, mundiais) que estamos vivendo. Como aprendo a me levantar de uma traição, de um abandono, de uma separação?</p>
<p>Palestra de <a href="http://www.cpflcultura.com.br/site/2008/12/18/flavio-gikovate-2/">Flávio Gikovate</a> no programa <strong>Café Filosófico CPFL</strong> gravada no dia 30 de setembro, em São Paulo.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/filosoficando.wordpress.com/388/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/filosoficando.wordpress.com/388/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/filosoficando.wordpress.com/388/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/filosoficando.wordpress.com/388/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/filosoficando.wordpress.com/388/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/filosoficando.wordpress.com/388/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/filosoficando.wordpress.com/388/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/filosoficando.wordpress.com/388/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/filosoficando.wordpress.com/388/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/filosoficando.wordpress.com/388/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/filosoficando.wordpress.com/388/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/filosoficando.wordpress.com/388/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/filosoficando.wordpress.com/388/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/filosoficando.wordpress.com/388/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=filosoficando.wordpress.com&amp;blog=8190371&amp;post=388&amp;subd=filosoficando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A Gente acostuma&#8230;.</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 18:45:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wpmatheusvenancio</dc:creator>
		
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sei que a gente se acostuma. Mas não deveria &#8230;</p>
<p>A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem outra vista, logo se acostuma a não olhar para fora. <span id="more-374"></span>E porque não olha pra fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão. A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o Jornal no ônibus porque não pode perder o tempo de viagem. A comer sanduíches porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz aceita ler todo dia, de guerra, dos números, da longa duração. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios, a ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. E a lutar por ganhar o dinheiro com que paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra. A gente se acostuma à poluição. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável, à contaminação da água do mar, à lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galos na madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta do pé, a não ter sequer uma planta. A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só o pé e sua o resto do corpo.. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado. A gente se acostuma para não ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que de tanto acostumar, se perde de si mesma.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/filosoficando.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/filosoficando.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/filosoficando.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/filosoficando.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/filosoficando.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/filosoficando.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/filosoficando.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/filosoficando.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/filosoficando.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/filosoficando.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/filosoficando.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/filosoficando.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/filosoficando.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/filosoficando.wordpress.com/374/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=filosoficando.wordpress.com&amp;blog=8190371&amp;post=374&amp;subd=filosoficando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O Trabalho Interdisciplinar</title>
		<link>http://filosoficando.wordpress.com/2011/03/28/o-trabalho-interdisciplinar/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 17:07:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wpmatheusvenancio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matheus Venâncio]]></category>
		<category><![CDATA[Portifolios]]></category>
		<category><![CDATA[interdisciplinar]]></category>
		<category><![CDATA[prática de ensino]]></category>

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		<description><![CDATA[Projetos e trabalhos focados na interdisciplinaridade em sala de aula já é realidade para os professores e educadores atuais. O mundo – cada vez mais globalizado – permite que presenciemos e vivenciemos grandes transformações, trazendo consigo a responsabilidade de nos adaptarmos a tais mudanças, a acompanhá-las, adequando os nossos trabalhos e atividades em sala às [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=filosoficando.wordpress.com&amp;blog=8190371&amp;post=365&amp;subd=filosoficando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Projetos e trabalhos focados na interdisciplinaridade em sala de aula já é realidade para os professores e educadores atuais. O mundo – cada vez mais globalizado – permite que presenciemos e vivenciemos grandes transformações, trazendo consigo a responsabilidade de nos adaptarmos a tais mudanças, a acompanhá-las, adequando os nossos trabalhos e atividades em sala às novas realidades impostas.</p>
<p><span id="more-365"></span>Enquanto professores e educadores, especificamente voltados à disciplina Filosofia, agregamos a essa necessidade, a importância da visão crítica, não apenas do trajeto da globalização, propriamente dito, mas principalmente, às formas de ensino-aprendizado que utilizamos, visto que, cada vez mais se faz necessária tornar as aulas mais atrativas, interessantes, que despertam a atenção dos alunos, que os façam refletirem acerca de si próprios e da realidade que os norteiam. Ademais, cremos que, atingindo este objetivo primeiro, poderemos diminuir a evasão escolar – como um benefício agregado.</p>
<p>Assim, concluímos em uníssono que as propostas de uma educação interdisciplinar, um trabalho realizado em conjunto com os professores de todas as disciplinas, sejam um excelente caminho para se alcançar estes objetivos. A Filosofia se comunica bem com as disciplinas de todos os campos, o que permite ainda mais flexibilidade para a execução deste trabalho, do que outras disciplinas – cuja proposta interdisciplinar deve ser mais bem pensada, principalmente sobre as disciplinas que irão compor um núcleo comum dos conteúdos pedagógicos.</p>
<p>Assim, possuímos uma nova área ainda não explorada tanto quanto possível, e somente com um trabalho sério, profissional, ético e comprometimento entre todos os envolvidos – professores, pedagogos e alunos – poderemos fazê-lo. Isto quer dizer que, através de projetos inovadores, que objetivem trabalhar a interdisciplinaridade em sala, forneceremos as ferramentas para o surgimento de um diálogo maior entre todos os envolvidos no processo pedagógico, a saber, o corpo docente, a administração e os alunos.</p>
<p>Pesquisando sobre o tema proposto, encontramos com grande relevância um projeto interdisciplinar sobre a Influenza A, ou gripe suína, altamente veiculada em 2009. O projeto objetiva expor a importância de se começar, de fato, a aplicar o trabalho interdisciplinar, incentivando o surgimento de propostas que integram e propiciam a interação entre conteúdos preconcebidos individuais, criando uma melhor relação entre os professores das diversas áreas, concluindo o processo em uma melhora significativa na apreensão dos conteúdos, por parte dos alunos – que constituem o público-alvo do projeto. Devemos redirecionar nosso pensamento, de forma a aceitar que as disciplinas andam juntas com os conteúdos filosóficos, e desenvolvem-se juntas.</p>
<p>Vamos desenvolver um exemplo, focado na dificuldade que alguns alunos apresentam ao lidarem com os problemas matemáticos, com questões complexas de interpretação de disciplinas como História, ou mesmo temas cotidianos centrais, abordados muitas vezes pela Filosofia ou Sociologia&#8230; percebemos que, muitas vezes, o aluno compreende o enunciado, mas falta-lhe a capacidade ou habilidade necessária para interpretá-los – sendo assim, o estudo do enredo, na aula de português poderá ser-lhe de grande valia, por meio de sua freqüência em aula, atividades e incentivo, passará a desenvolver a interpretação de textos em geral.</p>
<p>Desta mesma forma se dá com a filosofia – disciplina esta que possui como característica a capacidade de dialogar com todas as disciplinas. A filosofia pode ser amplamente utilizada para explicar as origens das coisas, auxilia no desenvolvimento da reflexão e da crítica, tão necessárias para o desenvolvimento do aluno, e sua posterior utilização nas disciplinas. A verdade é que também podemos utilizar as demais disciplinas, o que é interessante, além de indispensável, para construir uma aula mais interativa e dinâmica.</p>
<p>Assim, podemos concluir que, assumimos uma nova forma de pensar. A partir de agora, não mais encaramos a nossa disciplina como única – isso irá fragmentar o processo ensino-aprendizagem. Defenderemos a utilização da interdisciplinaridade na sala de aula, através do comprometimento de um todo, em prol de sua realização. Devemos empenhar-nos, abrir nossas mentes, caso nos preocupemos legítimo e sinceramente com o processo pedagógico. Só assim, poderemos ter de volta em nossas escolas alunos motivados e mais interessados em aprender.</p>
<p><strong>Exemplos do Projeto Interdisciplinar </strong></p>
<p><strong>Projeto: Produtos de Limpeza &#8211; Química</strong></p>
<p>Uma idéia prefixada para a maioria dos alunos é: <em>Aprender isto pra quê</em>? Assim, quando o aluno não consegue encontrar um ponto que o motive, ou mesmo que justifique o estudo, começam os problemas! O aprendizado torna-se extremamente maçante, aborrecido. É importante pensar sobre isto, visto que para nós, raramente paramos para pensar sobre os motivos que levam uma coisa a ser estudada na escola.</p>
<p>Normalmente, as matérias apresentadas estão distantes do que as pessoas vivem. Vamos imaginar uma aula de química, por exemplo. Para a aula-exemplo, fora realizado um debate sobre produtos de limpeza e materiais de construção. Para o debate, os alunos trariam rótulos e diversos produtos. Por utilizar-se de ‘coisas reais’, do dia-a-dia, o interesse foi despertado nos alunos. Este projeto cresceu, e utilizou-se das disciplinas de química, geografia, história, física, artes, português e filosofia.</p>
<p><strong>Projeto: O Desenvolvimento da Técnica &#8211; Filosofia</strong></p>
<p>Disciplinas interligadas no projeto:</p>
<p><strong>Artes</strong>: produção artística dos homens desde a pré-história até os dias de hoje – como o homem vem produzindo sua arte?</p>
<p><strong>Química:</strong> a importância do fogo; elementos químicos; evolução da química; combustão&#8230;</p>
<p><strong>Biologia:</strong> enfocando a evolução das espécies, teoria de Darwin, e contraposição com a visão Criacionista;</p>
<p><strong>História:</strong> a Formação das sociedades; a evolução histórica do homem; como o homem foi se constituindo ao longo dos séculos? Produção cultural&#8230;</p>
<p><strong>Informática:</strong> a inclusão digital, a importância da computação no mundo de hoje, e dados para as diversas pesquisas;</p>
<p><strong>Física:</strong> Fontes de energia (destacar as fontes de energia do Brasil)</p>
<p><strong>Geografia:</strong> A evolução da Terra e como esta foi de serventia para o homem. Organização Histórica, política, social e econômica das sociedades.</p>
<p><strong>Português:</strong> Produções de texto, poesias, análises e interpretações.</p>
<p><strong>Matemática:</strong> Progressão Geométrica e Progressão Aritmética analisando o crescimento da população mundial – pode-se fazer um trabalho específico na região onde se vive;</p>
<p>- No final será realizada uma avaliação multidisciplinar, em que o educando fará apenas uma prova e nela constarão questões relacionas entre si e que fazem uma interligação com todas as disciplinas e matérias estudadas, no período.</p>
<p>Então, neste exemplo, a Filosofia seria a disciplina que fomentaria nos educandos, os diversos questionamentos a fim de produzir neles o interesse pela investigação e pela pesquisa, nas áreas do saber trabalhadas, e de tantas outras que não foram citadas. Ou seja, teríamos um grande elo em toda a escola, já que o tema foi proposto em conjunto, e iniciado pela Filosofia. Com isto, não teríamos mais um saber fragmentado, mas uma forma de conhecimento que, em conjunto, apresenta uma inovação nas técnicas de trabalho da docência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>BIBLIOGRAFIA</strong><br />
MATHEUS VENÂNCIO – Universidade de Franca – 3.o Ano</p>
<p><strong><em>P</em></strong><strong><em>rojetos interdisciplinares</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Gestão Interdisciplinar do Conhecimento: A Filosofia em Projetos – Centro de Pesquisas Estratégicas “Paulino Soares de Sousa” – Universidade Federal de Juiz de Fora.</p>
<p>Descrição de um projeto interdisciplinar que faz sentido na vida do aluno – Blog Filosofar é Preciso (http://filosofarpreciso.blogspot.com).</p>
<br />Filed under: <a href='http://filosoficando.wordpress.com/category/matheus-venancio/'>Matheus Venâncio</a>, <a href='http://filosoficando.wordpress.com/category/portifolios/'>Portifolios</a> Tagged: <a href='http://filosoficando.wordpress.com/tag/interdisciplinar/'>interdisciplinar</a>, <a href='http://filosoficando.wordpress.com/tag/pratica-de-ensino/'>prática de ensino</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/filosoficando.wordpress.com/365/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/filosoficando.wordpress.com/365/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/filosoficando.wordpress.com/365/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/filosoficando.wordpress.com/365/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/filosoficando.wordpress.com/365/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/filosoficando.wordpress.com/365/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/filosoficando.wordpress.com/365/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/filosoficando.wordpress.com/365/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/filosoficando.wordpress.com/365/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/filosoficando.wordpress.com/365/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/filosoficando.wordpress.com/365/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/filosoficando.wordpress.com/365/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/filosoficando.wordpress.com/365/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/filosoficando.wordpress.com/365/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=filosoficando.wordpress.com&amp;blog=8190371&amp;post=365&amp;subd=filosoficando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Uma canção de todas as cores.</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Mar 2011 21:32:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wpmatheusvenancio</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Uma canção de todas as cores, Vou cantar pra alegrar os nossos corações. Uma canção de todas as cores, Traz felicidade pra toda humanidade. &#160; As vezes encontramos homens negros ou brancos Que ficam azuis de medo ou vermelhos de raiva. Porque certamente, não estão contentes E pra consolar é preciso cantar&#8230; Uma canção de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=filosoficando.wordpress.com&amp;blog=8190371&amp;post=359&amp;subd=filosoficando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Uma canção de todas as cores,</p>
<p>Vou cantar pra alegrar os nossos corações.</p>
<p>Uma canção de todas as cores,</p>
<p>Traz felicidade pra toda humanidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-359"></span><br />
As vezes encontramos homens negros ou brancos</p>
<p>Que ficam azuis de medo ou vermelhos de raiva.</p>
<p>Porque certamente, não estão contentes</p>
<p>E pra consolar é preciso cantar&#8230;</p>
<p>Uma canção de todas as cores,</p>
<p>Vou cantar pra alegrar os nossos corações.</p>
<p>Uma canção de todas as cores,</p>
<p>Traz felicidade pra toda humanidade.</p>
<p>As vezes encontramos homens verdes de fome</p>
<p>Que ficam dando pulos, buscando a sorte grande.</p>
<p>Ela insiste em escapar, pulando daqui pra lá,</p>
<p>Tudo isso faz a gente rir e cantar mais&#8230;</p>
<p>Uma canção de todas as cores,</p>
<p>vou cantar pra alegrar os nossos corações.</p>
<p>Uma canção de todas as cores,</p>
<p>Traz felicidade pra toda humanidade.&#8221;</p></blockquote>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://filosoficando.wordpress.com/2011/03/26/uma-cancao-de-todas-as-cores/"><img src="http://img.youtube.com/vi/kOneBmezMoY/2.jpg" alt="" /></a></span>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/filosoficando.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/filosoficando.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/filosoficando.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/filosoficando.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/filosoficando.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/filosoficando.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/filosoficando.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/filosoficando.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/filosoficando.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/filosoficando.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/filosoficando.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/filosoficando.wordpress.com/359/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/filosoficando.wordpress.com/359/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/filosoficando.wordpress.com/359/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=filosoficando.wordpress.com&amp;blog=8190371&amp;post=359&amp;subd=filosoficando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Psicologia: Você tem Amante?</title>
		<link>http://filosoficando.wordpress.com/2011/03/26/psicologia-voce-tem-amante/</link>
		<comments>http://filosoficando.wordpress.com/2011/03/26/psicologia-voce-tem-amante/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Mar 2011 13:09:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wpmatheusvenancio</dc:creator>
				<category><![CDATA[amante]]></category>
		<category><![CDATA[namorar a vida]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[satisfação]]></category>
		<category><![CDATA[segredo da felicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas pessoas tem um amante e outras gostariam de ter um. Há também as que não tem, e as que tinham e perderam&#8230; Geralmente, são essas últimas que vem ao meu consultório, para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de insônia, apatia, pessimismo, crises de choro, dores etc. Elas me contam [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=filosoficando.wordpress.com&amp;blog=8190371&amp;post=355&amp;subd=filosoficando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Muitas pessoas tem um amante e outras gostariam de ter um.<br />
Há também as que não tem, e as que tinham e perderam&#8230;</p></blockquote>
<p><span id="more-355"></span>Geralmente, são essas últimas que vem ao meu consultório, para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de insônia, apatia, pessimismo, crises de choro, dores etc.</p>
<p>Elas me contam que suas vidas transcorrem de forma monótona e sem perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver e que não sabem como ocupar seu tempo livre.</p>
<p>Enfim, são várias as maneiras que elas encontram para dizer que estão simplesmente perdendo a esperança.</p>
<p>Antes de me contarem tudo isto, elas já haviam visitado outros consultórios, onde receberam as condolências de um diagnóstico firme: &#8220;Depressão&#8221;, além da inevitável receita do anti-depressivo do momento.</p>
<p>Assim, após escutá-las atentamente, eu lhes digo que não precisam de nenhum anti-depressivo; digo-lhes que precisam de um AMANTE!!!</p>
<p>É impressionante ver a expressão dos olhos delas ao receberem meu conselho.</p>
<p>Há as que pensam:</p>
<p>&#8220;Como é possível que um profissional se atreva a sugerir uma coisa dessas&#8221;?!</p>
<p>Há também as que, chocadas e escandalizadas, se despedem e não voltam nunca mais.</p>
<p>Àquelas, porém, que decidem ficar e não fogem horrorizadas, eu explico o seguinte: &#8220;AMANTE&#8221; é aquilo que nos &#8220;apaixona&#8221;, é o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono, é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir.</p>
<p>O nosso &#8220;AMANTE&#8221; é aquilo que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta.</p>
<p>É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida.</p>
<p>Às vezes encontramos o nosso &#8220;AMANTE&#8221; em nosso parceiro, outras, em alguém que não é nosso parceiro, mas que nos desperta as maiores paixões e sensações incríveis.</p>
<p>Também podemos encontrá-lo na pesquisa científica ou na literatura, na música, na política, no esporte, no trabalho, na necessidade de transcender espiritualmente, na boa mesa, no estudo ou no prazer obsessivo do passatempo predileto&#8230;</p>
<p>Enfim, é &#8220;alguém!&#8221; ou &#8220;algo&#8221; que nos faz &#8220;namorar a vida&#8221; e nos afasta do triste destino de &#8220;ir levando&#8221;!</p>
<p>E o que é &#8220;ir levando&#8221;?</p>
<p>Ir levando é ter medo de viver.</p>
<p>É o vigiar a forma como os outros vivem, é o se deixar dominar pela pressão, perambular por consultórios médicos, tomar remédios multicoloridos, afastar-se do que é gratificante, observar decepcionado cada ruga nova que o espelho mostra, é se aborrecer com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva.</p>
<p>Ir levando é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje, fingindo se contentar com a incerta e frágil ilusão, de que talvez possamos realizar algo amanhã.</p>
<p>Por favor, não se contente com &#8220;ir levando&#8221;; procure um amante, seja também um amante e um protagonista&#8230; DA SUA VIDA!</p>
<p><strong>Acredite:</strong></p>
<p>O trágico não é morrer, afinal a morte tem boa memória, e nunca se esqueceu de ninguém.</p>
<p>O trágico é desistir de viver&#8230; Por isso, e sem mais delongas, procure um amante.</p>
<p>A psicologia após estudar muito sobre o tema, descobriu algo transcendental:</p>
<p>&#8220;PARA ESTAR SATISFEITO, ATIVO E SENTIR-SE JOVEM E FELIZ&#8230; É PRECISO NAMORAR A VIDA&#8221;.</p>
<p><strong><em>Texto retirado de não-sei-onde.</em></strong></p>
<br /> Tagged: <a href='http://filosoficando.wordpress.com/tag/amante/'>amante</a>, <a href='http://filosoficando.wordpress.com/tag/namorar-a-vida/'>namorar a vida</a>, <a href='http://filosoficando.wordpress.com/tag/psicologia/'>psicologia</a>, <a href='http://filosoficando.wordpress.com/tag/satisfacao/'>satisfação</a>, <a href='http://filosoficando.wordpress.com/tag/segredo-da-felicidade/'>segredo da felicidade</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/filosoficando.wordpress.com/355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/filosoficando.wordpress.com/355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/filosoficando.wordpress.com/355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/filosoficando.wordpress.com/355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/filosoficando.wordpress.com/355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/filosoficando.wordpress.com/355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/filosoficando.wordpress.com/355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/filosoficando.wordpress.com/355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/filosoficando.wordpress.com/355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/filosoficando.wordpress.com/355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/filosoficando.wordpress.com/355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/filosoficando.wordpress.com/355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/filosoficando.wordpress.com/355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/filosoficando.wordpress.com/355/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=filosoficando.wordpress.com&amp;blog=8190371&amp;post=355&amp;subd=filosoficando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Nietzsche</title>
		<link>http://filosoficando.wordpress.com/2011/03/23/nietzsche/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 15:59:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wpmatheusvenancio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>

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		<description><![CDATA[Filed under: Humor<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=filosoficando.wordpress.com&amp;blog=8190371&amp;post=352&amp;subd=filosoficando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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<br />Filed under: <a href='http://filosoficando.wordpress.com/category/humor/'>Humor</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/filosoficando.wordpress.com/352/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/filosoficando.wordpress.com/352/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/filosoficando.wordpress.com/352/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/filosoficando.wordpress.com/352/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/filosoficando.wordpress.com/352/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/filosoficando.wordpress.com/352/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/filosoficando.wordpress.com/352/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/filosoficando.wordpress.com/352/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/filosoficando.wordpress.com/352/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/filosoficando.wordpress.com/352/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/filosoficando.wordpress.com/352/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/filosoficando.wordpress.com/352/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/filosoficando.wordpress.com/352/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/filosoficando.wordpress.com/352/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=filosoficando.wordpress.com&amp;blog=8190371&amp;post=352&amp;subd=filosoficando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Morre&#8230;. diabo!</title>
		<link>http://filosoficando.wordpress.com/2011/03/23/morre-diabo/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 13:52:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wpmatheusvenancio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>

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		<description><![CDATA[Filed under: Humor<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=filosoficando.wordpress.com&amp;blog=8190371&amp;post=350&amp;subd=filosoficando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.umsabadoqualquer.com/wp-content/uploads/2011/01/601.jpg"><img class="alignnone" src="http://www.umsabadoqualquer.com/wp-content/uploads/2011/01/601.jpg" alt="" width="466" height="144" /></a></p>
<br />Filed under: <a href='http://filosoficando.wordpress.com/category/humor/'>Humor</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/filosoficando.wordpress.com/350/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/filosoficando.wordpress.com/350/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/filosoficando.wordpress.com/350/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/filosoficando.wordpress.com/350/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/filosoficando.wordpress.com/350/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/filosoficando.wordpress.com/350/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/filosoficando.wordpress.com/350/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/filosoficando.wordpress.com/350/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/filosoficando.wordpress.com/350/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/filosoficando.wordpress.com/350/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/filosoficando.wordpress.com/350/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/filosoficando.wordpress.com/350/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/filosoficando.wordpress.com/350/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/filosoficando.wordpress.com/350/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=filosoficando.wordpress.com&amp;blog=8190371&amp;post=350&amp;subd=filosoficando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Primeiros Esboços</title>
		<link>http://filosoficando.wordpress.com/2011/03/23/primeiros-esbocos/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 13:48:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wpmatheusvenancio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>

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		<title>Amizade</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 13:44:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wpmatheusvenancio</dc:creator>
		
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